Muitas vezes nos deixamos ser escondidos pelos adereços obscuros que a vida e os seres humanos tentam nos impor...
Esquecemos, muitas vezes, de sermos nós mesmos, de ampliarmos aquilo que há de melhor e mais belo em nós...
Choramos e fazemos chorar quando poderíamos estar rindo e fazendo sorrir...
Esquecemos de dar ouvidos à doce música que emana da nossa alma...
Nos esquecemos que o sorriso pode brotar do choro... Que a alegria pode ressurgir em meio a dor e transformá-la em um simples detalhe sem evidência...
A Felicidade, a Alegria, o Amor são sentimentos tão simples e puros que exigem apenas a nossa real permissão para que eles aflorem em nós e transbordem em nossas vidas...
Permitir-nos, a mais que sentir, a viver esses sentimentos é permitir-nos tocar as nossas próprias almas... o nosso Eu mais belo, mais puro...
Esquecemos de dar ouvidos à doce música que emana da nossa alma...
Nos esquecemos que o sorriso pode brotar do choro... Que a alegria pode ressurgir em meio a dor e transformá-la em um simples detalhe sem evidência...
A Felicidade, a Alegria, o Amor são sentimentos tão simples e puros que exigem apenas a nossa real permissão para que eles aflorem em nós e transbordem em nossas vidas...
Permitir-nos, a mais que sentir, a viver esses sentimentos é permitir-nos tocar as nossas próprias almas... o nosso Eu mais belo, mais puro...

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